Notícias na Santa Ifigênia

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PlayStation Vita tem 321 mil unidades vendidas em 2 dias no Japão

A Sony vendeu 321.400 unidades do PlayStation Vita, seu novo videogame portátil, em seus dois primeiros dias de vendas no Japão, afirmou a empresa de pesquisas Enterbrain nesta

terça-feira (20).

O resultado ficou aquém do da rival Nintendo, cujo 3DS vendeu 371 mil unidades em seus dois primeiros dias, disse a Enterbrain. No entanto, as vendas do 3DS despencaram semanas após

o lançamento, forçando a Nintendo a reduzir o preço do aparelho e castigando sua previsão de lucro com produtos no ano.

A Sony quer evitar um destino semelhante oferecendo um leque de 24 jogos para o Vita no lançamento. Mas executivos admitem que o real desafio será manter as vendas nos próximos

anos.

Fãs fizeram fila no Japão para estar entre os primeiros a receber o portátil, lançado no sábado. As vendas do Vita terão início nos Estados Unidos e na Europa em fevereiro.

O portátil anterior da Sony, o PSP, vendeu 166 mil unidades no primeiro dia de vendas em 2004. Até o momento, 73 milhões de unidades do console foram comercializadas.


(Fonte: DA REUTERS ) - 21/02/2012
Fãs se mobilizam para fazer traduções amadoras de games

Bruno Gomes de Carvalho gostava tanto do jogo para computador "A Neighbour from Hell", de 2003, que quis apresentá-lo à sua irmã. Mas tinha um problema: o game é em inglês, idioma

que ela não dominava. "Foi aí que tive a ideia de tentar editar os arquivos de texto e, por sorte, consegui", conta.

Bruno prosseguiu com a ideia e hoje, com 22 anos, é moderador de traduções em um portal especializado, reforçando um grupo apaixonado: o de jogadores que traduzem voluntariamente

games para português brasileiro.

Jocimar Araujo, coordenador do site GameVicio e tradutor amador de jogos

Assim como Bruno, João Paulo de Oliveira, 24, traduz games de forma voluntária, ressaltando "a prática de outros idiomas" como uma motivação -ele conta nunca ter feito curso de inglês

ou espanhol. Quando surgem dúvidas de inglês, Oliveira recorre a dicionários on-line.

"Como é um trabalho voluntário, você faz nas horas livres", afirma.

Nenhum dos sete fãs brasileiros com quem a Folha conversou afirmou ganhar dinheiro com a iniciativa.

HISTÓRIA

A primeira tradução não oficial de um game conhecida foi lançada em 1993 para o japonês "SD Snatcher", de MSX 2, de 1990, vertido para inglês. Durante a década de 90, grupos

internacionais começaram a passar para inglês jogos até então exclusivos do Japão, como "Final Fantasy 5", disponibilizando gratuitamente "patches" na rede.

Atualmente, o site Romhacking.net, um dos maiores portais especializados no assunto do mundo, contabiliza 945 "patches" em inglês para todos os sistemas.

Já o Portal Brasileiro de Romhacking e Emulação (romhackers.org), que centraliza grupos focados em traduzir games para português, indica o site Emurom, de 1998, como a primeira

iniciativa em grupo no Brasil, que registra, atualmente, 67 equipes ativas e 119 inativas.

Com tantos grupos no país, não há números totais de projetos, mas é possível estimar ao menos 1.225 traduções.

O brgames.org, que disponibiliza "patches" de games para consoles de diversos sites, contabiliza 785, enquanto o portal do gamevicio.com, maior dos voltados para jogos de PC, tem 440,

incluindo versões em português de Portugal.

A divisão entre games para console e para PC acontece porque as localizações para computador são aplicadas nos jogos já instalados -o que, a princípio, não envolveria baixar ou adquirir

cópias ilegais.

"As traduções não são usadas como cópias ilegais de jogos. Quem usa pirataria faz cópia ilegal com ou sem tradução", afirma Jocimar Araujo, 43, do GameVício, que lucra com banners de

publicidade.

Araujo conta que recebeu ameaças não identificadas quando encabeçou uma campanha para desestimular a venda de cópias ilegais de games com os "patches" do GameVício em sites

particulares e de leilões.

VOLUNTÁRIOS

Para fazerem as traduções, programadores de sites como GameVício e Tribo Gamer extraem o texto dos games, que é dividido em partes. Isso permite que administradores dividam tarefas

entre equipes.

"A duração de um projeto depende da quantidade de tradutores envolvidos, bem como do gênero do jogo. O gênero mais desafiador é o RPG", diz Ednaldo Trajano, 30, administrador do

Tribo Gamer.

A adaptação de "Grand Theft Auto 4" pelo GameVício contou com 180 pessoas. Já "NecroVision" e "Police Simulator" só tiveram um tradutor.

Com 16.675 linhas de texto, "Deus Ex: Human Revolution" levou três meses, conta João Paulo Rodrigues, também administrador do Tribo Gamer.

"The Elders Scrolls 5: Skyrim", em andamento, tem 67.432 linhas.

ILEGAL

O advogado Bruno Salvatore Drago, consultor de direitos autorais e software, diz que as traduções são ilegais.

Segundo Drago, a Lei do Direito Autoral determina que as traduções dependem de autorização do autor.

O advogado lembra que "ilegal significa que é contra a lei, não que seja crime". Para ser crime, depende do caso, como "a forma como a tradução é disponibilizada".

Marcos Lázaro Francisco Viégas, consultor jurídico do GameVício, argumenta que não há legislação específica.

Questionada, a Blizzard citou o contrato de licença e seus jogos, que proíbe a tradução parcial ou total.

Betrand Chaverot, diretor-geral da Ubisoft Brasil, diz entender "como bastante positiva a iniciativa de jogadores que se dispõem a legendar seus jogos preferidos".

GLOSSÁRIO

Emulador: software que imita o ambiente de um videogame para rodar seus jogos
MSX: tipo de computador criado no Japão, nos anos 1980. Jogos como "Bomberman" tiveram sua primeira versão nele
Patch: trecho de programação incluído a um software para modificá-lo

Facebook para robôs pode formar máquinas mais inteligentes

Ser um robô já é algo um pouco mais sociável, agora que eles têm sua própria rede social. No MyRobots.com, donos de robôs

podem cadastrar seus autômatos e criar perfis para eles --e incluir até uma foto e um nome. A partir daí, os próprios robôs atualizam seu status na rede. O conteúdo pode ser apenas a

leitura da temperatura ambiente --ou o resultado de um algoritmo de reconhecimento facial inteligente.

"É possível enxergar o MyRobots.com como o Facebook para robôs e objetos inteligentes", diz Carlos Asmat,

coordenador do projeto, em Montreal, no Canadá. Como no Facebook, cadastrar-se é gratuito, mas isso pode mudar no futuro.

Porém, enquanto o Facebook é criticado frequentemente por enfatizar os aspectos mais superficiais da vida humana ("Entendiado. Já posso abrir uma cerveja?" ou "Quero uma pizza"), a

troca de atualizações de status aparentemente mundanas entre robôs ("Eu estou sobreaquecendo e preciso de descanso" ou "Eu sou um aspirador de pó e estou preso") pode deixá-los bem

mais espertos.

No mínimo, tais atualizações --que poderiam vir de objetos domésticos estáticos e também de robôs com movimento-- poderão permitir que humanos corram para socorrer suas máquinas.

Mais interessante ainda, ao permitir que robôs compartilhem informações, a rede pode aumentar a inteligência robótica na hora de tomar decisões. "Nem todos os robôs tem os mesmos

sensores ou o mesmo acesso a informações", diz Asmat.

Por exemplo, um fogão e uma geladeira conectados ao site podem detectar uso, enquanto um robô humanoide patrulheiro pode notar que há muitas pessoas na casa. No dia seguinte, o

robô aspirador pode deduzir, baseado em tais atualizações, que houve uma festa na casa e que ele deve limpar mais porque o local pode estar mais sujo --tudo isso sem a intervenção de

um humano. "Tais exemplos podem ser vistos como ficção científica hoje, mas estão bem próximos de virar realidade", diz Asmat.

No momento, o site só está aberto para ajudar o robô Nao (foto acima), um modelo branco de plástico com 50

centímetros de altura e características humanoides criado pela Aldebaran Robotis, em Paris, além de aparelhos que rodem o microcontrolador
target="_blank"> Arduino
, popular entre os que têm eletrônicos como hobby. Mas o plano é que mais robôs e aparelhos sejam aceitos no futuro.

Esse não é o primeiro esforço em utilizar a web para aumentar a comunicação entre robôs. O RoboEarth tem

sido promovido como a world wide web para robôs. Robôs compartilham experiências ao resolver uma tarefa particular, permitindo que outros robôs aprendam com esses dados. Ele foi

criado principalmente para pesquisadores de robótica, enquanto o MyRobots.com visa consumidores comuns. "Nosso foco principal é prover serviços que aumentem a performance do robô

para usuários finais de uma forma mais amigável", diz Asmat.

O MyRobots.com também planeja hospedar uma loja de aplicativos para robô. Mas Asmat nota que, diferente das lojas de aplicativos para celulares, o site terá ênfase em software baseado

na nuvem, para que os recursos dos robôs estejam sempre o mais livre possível.

Será que o Facebook para robôs fará sucesso? Talvez não haja donos de robôs o bastante para sustentar a tentativa. Mas, se o MyRobots.com realmente fizer os robôs ficarem mais

espertos, como promete, e consequentemente mais úteis, então o próprio site pode ajudar a superar seu maior obstáculo.


(Fonte: CELESTE BIEVER DA "NEW SCIENTIST") - 21/02/2012
Tablet da Amazon será vendido a metade do preço do iPad, diz site

O tablet da Amazon vai custar US$ 250, metade do preço da versão mais simples do iPad (US$ 500, nos EUA), de acordo com MG Siegler, do site de tecnologia TechCrunch.

Segundo Siegler, que passou uma hora com o dispositivo, mas não pôde fotografá-lo, o aparelho terá tela colorida de LCD de sete polegadas e rodará Android.

A Amazon modificou o visual do Android a ponto de torná-lo irreconhecível, de acordo com o TechCrunch.

Aplicativos poderão ser instalados somente por meio da loja virtual Amazon Appstore --não será possível acessar o Android Market, do Google, segundo Siegler.

O jornalista afirma que a empresa tinha planos de comercializar também uma versão com dez polegadas, mais cara, mas optou por lançar inicialmente apenas a versão menor.

A decisão de lançar a edição de dez polegadas dependerá do eventual sucesso do primeiro tablet, segundo MG Siegler.

(Fonte: DE SÃO PAULO ) - 21/02/2012
Game: Perca quilos sem ir à academia e com bom valor de custo

Aos que optam por comprar o jogo " Active: More Workouts" (somente para

Wii), em poucos meses vai perceber que foi um ótimo investimento financeiro, pois o valor gasto na mensalidade da academia, combustível, estacionamento ou mesmo personal trainer não

compensa frente ao game.

Quanto aos resultados esperados, a priori, para o condicionamento do corpo, eles também aparecem (desaparecem para o caso de gordurinhas) rapidamente.

O bacana de ter a "academia" em casa é exatamente poder adequá-la da melhor maneira ao seu estilo de vida e gosto. Até melhor que um profissional da área, pois o exercício torna-se

realmente uma atividade de lazer, um passatempo gostoso e divertido para fazer sozinho ou com a família.

Malhar torna-se uma atividade prazerosa e não um compromisso social que não o deixa feliz. E isso é algo que os praticantes devem levar mais a sério. Mente e corpo devem estar em

harmonia para os melhores resultados. A disposição também é importante, não vale forçar a barra. Então, dependendo do dia, o jorgador/treinador pode adiantar um exercício, fazê-lo mais

tarde ou no melhor horário que quiser.

São dezenas de exercícios práticos de agachamento, corrida com obstáculo, coordenação motora e melhoria do fôlego. Surpreenda-se.

(Fonte: da Livraria da Folha ) - 21/02/2012
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.