Notícias na Santa Ifigênia

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Brasileiro quer câmera avançada, mas mercado formal engatinha


As câmeras fotográficas compactas --com corpo reduzido e lentes fixas-- representam 98,6% das vendas no mercado formal brasileiro, segundo a consultoria GfK Retail and Technology. Os

equipamentos profissionais e semiprofissionais, dividem, portanto, apenas 1,4% do total de câmeras vendidas oficialmente no país. "Nos países desenvolvidos, as máquinas mais

sofisticadas respondem por cerca de 10% do total", diz Alex Ivanov, diretor de negócios da GfK.

Isso não significa, porém, que o brasileiro não esteja interessado nesses tipos de câmera. Por serem mais caras, as máquinas mais parrudas acabam sendo o alvo preferencial dos

contrabandistas, o que distorce a estatística oficial. Todos os executivos da indústria ouvidos pela Folha foram unânimes em afirmar que há um interesse crescente do consumidor

local por máquinas mais bem equipadas e cheias de recursos.

Mais experiente no manejo da tecnologia digital, o fotógrafo amador brasileiro está buscando, sim, aparelhos mais sofisticados. "O consumidor está cada vez mais bem informado e

exigente", diz Thiago Onorato, gerente de produto de imagens digitais da Sony. "Mesmo na classe C, os compradores estão mais críticos em relação às características técnicas dos

equipamentos."

LENTES INTERCAMBIÁVEIS

Um segmento recém-criado pela indústria e que vem ganhando força rapidamente são as câmeras que mantêm o corpo esguio das compactas, mas, a exemplo das profissionais, permitem a

troca de lentes.

O padrão mais ilustre dessa categoria é provavelmente o Micro 4/3 (quatro-terços, ou four-thirds, em inglês, numa referência à proporção da imagem padrão captada pelo formato),

desenvolvido em parceria pelas japonesas Olympus e Panasonic e anunciado em 2008.

O sucesso da iniciativa levou a concorrência a reagir e criar seus próprios modelos intermediários --que também são conhecidos no mercado como "mirrorless" (sem espelho). "É um

segmento muito promissor", diz Cristiano Andrade, gerente de marketing da área de imagem da Olympus. "As Micro 4/3 oferecem quase todos os recursos disponíveis na câmera

profissional, com um peso muito menor e um preço bastante acessível." No mercado asiático, reconhecido como de vanguarda para as demais regiões do mundo, esse tipo de câmera já

responde por cerca de 40% das vendas de câmeras com lentes intercambiáveis.

No Brasil, já existem dois fabricantes explorando oficialmente o segmento. A Olympus vende no Brasil a linha Pen, com design retrô e corpo ultracompacto. O corpo da E-PL1 custa R$

1.999. Uma nova versão do equipamento, chamada E-PL3, está prestes a ser lançada. A Sony, por sua vez, oferece sua linha Nex, com preços também na faixa de R$ 1.999 (só o corpo).

Apple vende iPhone 4S desbloqueado no Brasil por até R$ 3.399

A Apple começou, nesta sexta-feira, a vender modelos desbloqueados do iPhone pela sua loja on-line do Brasil.

Os modelos iPhone 4S, iPhone 4 e iPhone 3GS estão à venda. A blogosfera e sites especializados especulavam o preço --alguns achavam que a Apple ia chegar ao país com preços

competitivos, outros acreditavam que a companhia ia vender os celulares por um preço mais alto. Mas ninguém esperava os preços estratosfericamente altos.

O iPhone 4S pode sair por até R$ 3.399, na versão de 64 Gbytes. O preço é quase mil reais mais caro que o tablet mais completo da empresa --o iPad 2 de 64 Gbtyes, com Wi-Fi e 3G, que

custa R$ 2.599. O computador portátil MacBook Air, de 11 polegadas, também na loja on-line da Apple, tem preço inicial de R$ 2.999.

Nos EUA, a mesma versão do iPhone 4S que sai por R$ 3,4 mil no Brasil é vendida na loja da Apple por US$ 850 (cerca de R$ 1,6 mil).

A geração anterior do smartphone, o iPhone 4, está disponível apenas no modelo com 8 Gbytes, pelo preço de R$ 1.800, mesmo valor do modelo de 16 Gbytes pré-pago oferecido pelas

operadoras de celular na época de lançamento do aparelho em setembro de 2010. O iPhone 3GS, aparelho lançado há dois anos, de 8 Gbytes, pode ser comprado por R$ 1.200.

OPERADORAS

Os preços da Apple também são bem mais caros do que os das operadoras do país, que também começaram a vender o iPhone 4S.

As vendas do smartphone tiveram início à 0h desta sexta-feira, com festa e fila nas lojas das operadoras. Na loja da TIM do shopping Eldorado, zona oeste de São Paulo, pouco antes da 0h

cerca de 400 pessoas aguardavam o início das vendas. As operadoras Claro, Oi e Vivo fizeram o evento de lançamento no shopping Morumbi, zona sul paulistana.

(Fonte: DE SÃO PAULO ) - 21/02/2012
Classe média impulsiona mercado de câmeras digitais no Brasil

As câmeras fotográficas digitais precisaram de pouco mais de uma década para aniquilar a tecnologia analógica e provocar uma revolução no comportamento do consumidor. Em 2011, os

brasileiros vão comprar 5,1 milhões de máquinas digitais, segundo estimativa da consultoria GfK Retail & Technology.

O número é 17% superior ao do ano passado e inclui apenas o mercado formal --o que significa que o número real de equipamentos vendidos pode ser até duas vezes maior, graças à

disseminação de produtos contrabandeados. "O mercado brasileiro está crescendo muito acima da média mundial, que este ano vai ficar em 4%", diz Alex Ivanov, diretor de negócios da

GfK.

Executivos ouvidos pela Folha acreditam que as vendas deverão continuar evoluindo a um ritmo próximo dos 20% até 2016, pelo menos. Segundo a GfK, o país vem ganhando importância

em relação ao total de vendas globais de câmeras. Neste ano, o mercado local deverá absorver o equivalente a 3,5% da produção mundial, estimada em 144 milhões. Dois anos atrás, a

fatia brasileira do bolo foi de 2,3% em um universo de 130 milhões de unidades.

NOVA CLASSE MÉDIA

A principal responsável pelo crescimento acelerado do mercado é a suspeita de sempre: a nova classe média, que tem hoje à disposição equipamentos de boa qualidade por preços a partir

de R$ 249 em parcelas a perder de vista. "Até 2013, a classe C, que tinha uma participação insignificante há alguns anos, deverá responder por 35% do mercado", diz Thiago Onorato,

gerente da área de imagem digital da Sony. Cinco anos atrás, era difícil encontrar um produto minimamente confiável por menos de R$ 800. "Os preços estão menores, e os equipamentos

têm hoje características cada vez melhores", diz Henrique de Freitas, gerente de vendas da Samsung.

Os preços caíram por uma conjunção positiva de fatores: o barateamento dos componentes que ocorre naturalmente quando uma tecnologia se massifica; a queda acentuada do dólar em

relação ao real; e a chegada de novos competidores ao mercado, muitos dos quais passaram a produzir na Zona Franca de Manaus. Hoje, no Brasil, há 38 marcas e 430 diferentes modelos

à disposição do consumidor no país, segundo a GfK. Parece muito? "Tem espaço para todo mundo", diz Ivanov.

A japonesa Nikon, por exemplo, resolveu se instalar diretamente no Brasil em abril deste ano, após mais de 50 anos de atuação por meio de representantes. "Desenvolver-se no mercado

brasileiro e nos demais países emergentes é hoje uma prioridade para a Nikon", diz Koji Maeda, presidente da empresa no país. Reconhecida no mundo todo pela qualidade dos

equipamentos profissionais, a Nikon diz estar atrás de consumidores de todo tipo no país --incluindo, é claro, a classe C. "Temos máquinas com preços entre R$ 249 e R$ 50 mil", diz

Maeda.

Nem a onipresença dos telefones celulares com câmeras embutidas é capaz de abalar as vendas. "O celular não faz concorrência direta para a máquina fotográfica", diz Cristiano Andrade,

gerente de marketing da Olympus. "Pelo contrário, ele traz muita gente para o universo da imagem. A pessoa começa a fotografar no celular e logo sente a necessidade de um equipamento

de melhor qualidade." Celulares são usados normalmente para registros rápidos, descompromissados. "Mas ninguém deixa de levar uma câmera de verdade quando vai fazer a viagem dos

sonhos ou registrar o nascimento de um filho", diz Roberta Vieira, analista de produto da Panasonic do Brasil.

O ânimo inabalável dos fabricantes com o mercado local se deve principalmente à enorme quantidade de lares brasileiros que ainda não possui sequer um equipamento fotográfico

(excluídos os celulares, é claro). Não há um número preciso, mas estima-se que pelo menos metade das famílias ainda não tem a própria máquina. "Os aparelhos de DVD já estão em 70%

dos lares. Dá para chegarmos pelo menos ao mesmo nível com as câmeras digitais nos próximos anos", diz Andrade, da Olympus.

EVOLUÇÃO

Além de chegar aos domicílios, os fabricantes têm como meta colocar uma câmera na mão de cada habitante da residência. A mudança radical de hábitos que a tecnologia digital trouxe

tornou a meta bastante factível. "Na era analógica, as famílias tinham apenas uma câmera, que era compartilhada por todos", diz Roberta Vieira, analista de produto da Panasonic do

Brasil. "Hoje a máquina fotográfica é de uso individual. Além do pai, a mãe e os filhos também têm ou querem ter seu próprio equipamento."

O avanço das redes sociais na internet também contribui para o fenômeno da onipresença da câmera fotográfica. Afinal, uma boa parte da informação publicada pelos usuários de serviços

como Facebook, Orkut e Twitter (sem falar no Flickr, que é próprio para publicar fotografias) é baseada em imagens.

Quem acompanhou os primórdios da fotografia digital não podia imaginar o tamanho da revolução que viria pela frente. Os primeiros modelos que dispensavam o filme, lançados

comercialmente no final dos anos 1990, eram caros e rudimentares --a Sony Mavica, por exemplo, utilizava disquetes de 1,4 Mbytes para armazenar as precárias imagens que captava (essa

quantidade de dados é insuficiente hoje para guardar sequer uma fotografia produzida em alta resolução). Ampliar as fotos no papel era uma decepção, já que os primeiros sensores

digitais eram muito inferiores aos filmes em termos de absorção de luz.

Muitas câmeras mais novas, mesmo as mais simples, produzem imagens com pelo menos 10 Mpixels ou 12 Mpixels --o suficiente para que uma fotografia seja ampliada do tamanho que o

consumidor desejar. Com a concorrência cada vez mais acirrada, os fabricantes estão se esforçando para inovar. As máquinas estão ficando menores, mais leves, mais bonitas, mais

coloridas (o cor-de-rosa é um enorme sucesso) e cheias de funções inovadoras: há câmeras que se conectam à internet via Wi-Fi, o que dispensa o computador para fazer upload das fotos

para as redes sociais; outras fazem imagens tridimensionais; alguns modelos possuem telas na parte da frente, para facilitar a vida de quem gosta de fazer autorretratos; e existem

equipamentos à prova dágua e que resistem a quedas, entre outras bossas.

Google pode abrir loja de música digital nas próximas semanas

Cinco meses depois de lançar um serviço de música na nuvem com capacidades limitadas, o Google está em negociações com as grandes gravadoras para expandir o produto e abrir uma

loja de MP3 que competiria com a Apple e a Amazon.

De acordo com vários executivos da indústria musical, o Google está ansioso para abrir a loja nas próximas semanas. Ela muito provavelmente seria conectada ao serviço do Google na

nuvem, o Music Beta, que permite às pessoas armazenar suas músicas em servidores remotos e transmiti-las para celulares e outros dispositivos, disseram os executivos --todos falaram

sob a condição de anonimato, pois as negociações ocorreram em privado e continuam em andamento.

Uma porta-voz do Google se recusou a falar sobre o assunto, e as gravadoras também não fizeram nenhum comentário oficial sobre os planos da empresa.

O Google talvez queira anunciar a sua loja antes de a Apple abrir o seu mais recente programa de música na nuvem, o iTunes Match --que foi revelado em junho e deve começar a funcionar

no final de outubro--, mas não está claro se a empresa seria capaz de fechar os acordos necessários com gravadoras e selos a tempo para abrir uma loja completa.

(Fonte: BEN SISARIO DO "NEW YORK TIMES" ) - 21/02/2012
Conteúdo em português é trunfo de tablet da Positivo

Depender de conteúdo estrangeiro e de soluções que não funcionam no Brasil são alguns dos impedimentos para comprar um tablet no país.

Somado ao preço, isso ajuda a entender por que 100 mil tabuletas foram vendidas no país em 2010, contra mais de 6 milhões de notebooks.

A Positivo tenta mudar essa história com seu primeiro tablet, o Ypy 7. Para isso, adaptou-o ao mercado brasileiro, que ainda está sendo apresentado à tecnologia.
Além de o sistema do Ypy ser totalmente em português, a fabricante investiu em aplicativos em nossa língua nativa e em tutoriais extremamente básicos para usuários de primeira viagem.

O Mundo Positivo, loja de apps para o aparelho, reúne cerca de 300 títulos em português, incluindo jogos, desenvolvidos pela própria empresa --no Android Market há apenas 150 apps em

português. Mas não espere grandes gráficos nos games tupiniquins: eles remetem a imagens da era pré-smartphone.

A preocupação em educar o usuário fica clara em todo o software, algo natural numa empresa que é também uma das principais redes privadas de ensino do país.

Isso é evidente no redesenho do Android 2.3 --versão para smartphones, e não para tablets, do sistema do Google. As telas iniciais são separadas por ícones, e uma mensagem avisa em

qual área você está --redes sociais, livros, revistas etc. A personalização é ensinada aos poucos, e a ideia é ajudar o usuário leigo.

Líder do mercado de informática brasileiro, a Positivo pleiteia todos os incentivos fiscais do governo para produzir tablets no país. No entanto, nem todas as peças são fabricadas no Brasil

--a empresa as importa da Ásia.

MOLDURA INCÔMODA

Isso talvez explique algumas escolhas duvidosas nos materiais do Ypy. Apesar de robusto, ele é espesso demais (11,8 mm, contra 8,8 mm do iPad 2) e traz uma enorme e incômoda

moldura.

Em posição retrato, as molduras laterais ocupam 6 cm --3 cm para cada um dos lados--, escondendo a tela de sete polegadas e diminuindo o diferencial da proporção de 4:3 -formato

semelhante ao do iPad, ideal para leitura de livros e revistas.

Apesar dos deslizes, o Ypy de sete polegadas, com preço sugerido de R$ 999, pode ser o aparelho de entrada para muitos no mundo dos tablets.

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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.