Notícias na Santa Ifigênia

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Tela criada por brasileiro permite que pessoas com problema de visão enxerguem sem óculos

Imagine que uma pessoa com presbiopia --"vista cansada"-- tenha levado seu e-reader para se entreter durante uma viagem longa, mas se esqueceu de pôr os óculos na bolsa.

Esse lapso aborreceria qualquer um, mas uma nova tecnologia abre a possibilidade de livros eletrônicos ajustarem o foco da imagem diretamente na tela, dispensando o uso de lentes corretivas.

O dispositivo que pode tornar essa ideia uma realidade comercialmente viável ainda está em fase experimental, mas o pesquisador que os criou já está tentando convencer grandes empresas de tecnologia a encampar a ideia.

O cientista de computação Vitor Pamplona apresentou sua invenção nesta semana em Los Angeles na Siggraph, a maior conferência de computação gráfica.

Batizada de "tailored displays" (monitores sob medida), sua ideia aproveita o mesmo tipo de tela usada pelo videogame portátil Nintendo 3DS, o console de imagens tridimensionais que não requer óculos especiais.

Pamplona desenvolveu sua ideia na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), depois de passar uma temporada no Media Lab, o laboratório interdisciplinar do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).

A técnica pode ser usada para criar imagens que compensam diversos problemas de visão além da presbiopia, incluindo miopia, hipermetropia, astigmatismo e até catarata, dependendo do caso.

A mesma tela pode emitir imagens adequadas para diferentes necessidades, demandando apenas controle via software.

Aquilo que permite à nova tecnologia manipular o foco e a distância de imagens é basicamente uma tela de LCD com duas camadas. "A da frente é essencialmente um filtro", explicou Pamplona à Folha. "A imagem é emitida pela tela de trás, e a tela da frente determina o ângulo de direção da luz de cada um dos pixels [os pontos que formam a imagem]."

O princípio usado é similar ao das holografias tridimensionais estáticas. Para que essas imagens possam ganhar movimento e virar realidade em telas grandes de TV e computadores, porém, ainda há uma limitação prática: a ideia só funciona em monitores com resolução muito alta.

"Usamos monitores pequenos porque já existem alguns deles com resolução de 1.800 DPI (pontos por polegada)", disse Pamplona. "As TVs 3D que estão sendo vendidas agora, porém, variam de 90 DPI até 250 DPI, então ainda não temos como reproduzir a ideia numa tela grande."

Segundo o pesquisador, a dificuldade para aumentar a resolução de um monitor grande não seria tanto a tela em si, mas a velocidade de processamento que um vídeo com mais de 1 bilhão de pixels requer.

Grandes fabricantes de telas em LCD como Samsung e Philips já perderam o interesse em solucionar o problema, pois as melhores telas de alta definição comuns já chegaram ao limite da percepção humana.

"Mas nós queremos agora tentar convencer a Samsung, a Philips e a Nokia de que vai existir um mercado para isso caso elas queiram investir", diz Pamplona. "Já existe uma competição pelos monitores 3D de próxima geração, e há uma chance grande de que uma funcionalidade deles seja a de correção de imagem."

APLICATIVO

Vitor Pamplona, o cientista da computação que criou os monitores corretivos, disse que começou a trabalhar com óptica porque estava enjoado de sua especialidade.

"Trabalho com computação desde os 14 anos, e quando cheguei ao mestrado, já estava achando um pouco chato", conta. "Acabei fazendo mestrado em computação mesmo, porque no Brasil eu não tinha a possibilidade de fazer em oftalmologia, que requer graduação em medicina."

Mesmo assim, Pamplona arranjou uma maneira de estudar a anatomia dos olhos para aplicar em computação e passou dois anos criando técnicas de animação para simular movimentos oculares.

Após concluir esse trabalho, mudou-se para o MIT, onde desenvolveu um programa de iPhone que, acoplado a um dispositivo portátil de US$ 2, é capaz de diagnosticar miopia, hipermetropia e astigmatismo.

Batizado de Netra, o invento teve sucesso em testes de campo e ainda teve como sequência o Catra, ferramenta para diagnóstico de catarata. Pamplona está agora montando uma empresa nos EUA para comercializar o Netra. Sua intenção é fornecer o dispositivo a programas de saúde ocular em regiões pobres que não têm como manter equipamentos de oftalmologia mais sofisticados.



(Fonte: RAFAEL GARCIA EM WASHINGTON ) - 26/08/2012
Apple supera US$ 600 bilhões em valor de mercado

Rumores sobre o lançamento de novos produtos empurraram as ações da Apple para o preço mais alto já registrado pela companhia.

O papel subiu 1,85% no pregão desta sexta-feira e encerrou cotado a US$ 648,11. Com a máxima histórica, o valor de mercado da empresa ultrapassou os US$ 600 bilhões.

No ano, a alta acumulada já é de quase 60%.

O mercado aguarda a estreia de ao menos dois produtos novos ao longo dos próximos meses, o iPhone 5 e uma versão reduzida do tablet iPad.

Fontes ligadas à empresa informaram que há negociações com operadores de TV paga para uma investida mais firme no segmento.

Peter Misek, analista do banco de investimentos Jefferies & Co, elevou de US$ 800 para US$ 900 o preço a que a ação pode chegar.

Misek diz ter informações de fornecedores na Ásia que indicam a nova safra de lançamentos.

Uma versão menor do iPad, estima, poderia vender até 8 milhões de unidades no último trimestre.

FACEBOOK EM BAIXA

Na contramão da Apple, as ações do Facebook atingiram nova cotação mínima hoje. O papel caiu 4,1% na Nasdaq, Bolsa de tecnologia de Nova York, e encerrou o dia em US$ 19,05.

Além de pressões de mercado, a empresa foi prejudicada por uma enxurrada de ações depois do vencimento do prazo mínimo em que investidores eram obrigados a manter os papéis após a abertura de capital.



(Fonte: DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS ) - 19/08/2012
Futurista “Remember Me”, da Capcom, é um dos destaques da Gamescom 2012

Uma das grandes estrelas da Gamescom deste ano, feira de games que acontece de hoje até o próximo domingo em Colônia, na Alemanha, é o “Remember Me”, da Capcom.

A protagonista é a jovem Nilin, capaz de acessar e modificar memórias de outras pessoas. A ambientação do jogo é feita no ano 2084, em uma Paris sombria e ultratecnológica.

O jogo tem elementos de parkour que podem lembrar “Assassins Creed”, da Ubisoft, e, pelo trailer, tem algo em comum com o subestimado remake de “Syndicate”, da EA, e do promissor “Watch Dogs”, jogo em desenvolvimento também da Ubisoft, apresentado na E3 deste ano.

“Remember Me” será lançado em maio do próximo ano para PC, Xbox 360 e PlayStation

(Fonte: POR Alexandre Orrico) - 19/08/2012
Campanha pela digitalização de pagamentos ganha força

Esta semana, a rede Starbucks uniu forças à Square, uma empresa estreante de tecnologia que permite que os usuários paguem suas compras usando um smartphone. Vinda de uma empresa que parece ter cafés em toda esquina, a decisão parece representar um poderoso endosso. Será que isso significa que o celular em breve substituirá a carteira?

Não é tão simples, porque qualquer empresa que ofereça sistemas móveis de pagamento enfrenta um grande desafio: convencer as pessoas de que pagar com o celular é mais seguro e conveniente do que pagar com dinheiro ou um cartão de crédito.

Mas a parceria criará muito mais visibilidade para a Square, uma empresa de San Francisco que tem cerca de 300 funcionários, e para o conceito de pagamentos com aparelhos móveis.

A Square ainda não está nem perto de conseguir o grande número de adesões de que necessita para substituir as carteiras por celulares no mercado de massa. No momento, 75 mil estabelecimentos comerciais utilizam sua tecnologia para aceitar pagamentos. A empresa não revela o número de consumidores que utilizam o aplicativo Pay With Square, presumivelmente porque ele não é grande o bastante para que possa se vangloriar.

BARREIRAS

"A maior fricção envolve os locais de pagamento", disse Jack Dorsey, fundador da Square (e do Twitter), em entrevista. Ele disse que dado o grande número de empresas que estão tentando ingressar no mercado, pagar com o celular vem sendo uma experiência "fragmentada". Mas a parceria com a Starbucks pode ampliar especificamente o uso do Square, disse.

De fato, empresas de todos os tipos, entre as quais grandes companhias como Google, Microsoft e Sprint e companhias iniciantes como GoPago e Scvngr, esperam lucrar com os pagamentos móveis --se conseguirem descobrir o que seria necessário para atrair os consumidores e os comerciantes.

O Google desenvolveu um aplicativo para pagamento com celular que usa a chamada tecnologia NFC, de comunicação em campo próximo, que permite que o celular estabeleça comunicação com uma caixa registradora próxima. A GoPago tem um aplicativo que permite que os clientes façam um pedido antes de chegar a uma loja; o pedido aparece em um tablet que o estabelecimento comercial tem no balcão.

A Square oferece um software para empresas que usa o iPad para mostrar fotos dos clientes presentes no estabelecimento que disponham de celulares equipados com o app Pay With Square, e com isso a pessoa só precisa dizer seu nome para pagar uma compra.

As lojas da rede Starbucks começarão a aceitar uma versão menos ambiciosa do sistema de pagamentos Square no final do ano; o usuário exibirá no caixa um código de barras da Square que surge na tela de seu celular. A empresa antecipa que sete mil de suas lojas nos Estados Unidos estarão equipadas para usar o novo sistema antes da temporada de festas.

A Starbucks já vem aceitando pagamentos com celulares, usando um aplicativo de código de barras desenvolvido por ela mesma. Com um milhão de transações semanais usando esse sistema, a rede representa o mais bem sucedido exemplo de um sistema de pagamentos móveis, até o momento, de acordo com Denee Carrington, analista do grupo de pesquisa Forrester. Ela diz que a nova parceria deve fazer da Square a líder nos pagamentos móveis.

"Eles estavam trabalhando com pequenas lojas e cafés, empresas familiares, e coisas assim, e o novo acordo certamente lhes dá um novo nível de presença no mercado", disse Carrington. "Agora, além do café do bairro, haverá um sistema Square em cada esquina de Nova York".

Mas nem todo mundo está convencido de que o relacionamento entre a Square e um gigante como a Starbucks seja uma boa ideia. Seth Priebatsch, presidente-executivo da Scvngr, uma empresa iniciante que oferece um aplicativo de pagamentos móveis chamado LevelUp, afirmou que a parceria acarreta o risco de alienar outros grandes grupos de varejo.

A Square convidou Howard Schultz, presidente-executivo da Starbucks, para fazer parte de seu conselho. Isso daria à rede de cafés influência sobre o desenvolvimento do sistema de pagamentos, o que poderia dissuadir outros grandes grupos de varejo de aceitar o sistema, segundo Priebatsch.

"Se eu fosse a Dunkin Donuts, 7-Eleven ou Peets Coffee, ficaria bem longe da Square", diz o empresário. "Oferecer a um parceiro de varejo influência indevida sobre todo um ecossistema de pagamentos é um precedente perigoso".

Dorsey diz que não encara a situação desse ponto de vista. Ele afirmou que os varejistas que estudam adotar sistemas de pagamentos móveis se importam mais com o número de clientes equipados com o sistema e o custo geral da operação.

"Não creio que o tom estabelecido para essas conversações seja negativo", disse. Acrescentou que outros grupos de varejo pedem conselhos à Starbucks devido ao seu tamanho e inovações.

PARCERIA

Mas se a Starbucks já é tão eficiente em convencer seus fregueses a pagar com o celular, por que entregaria o controle do sistema a terceiros? Schultz diz que usar a Square permitirá que a Starbucks no futuro reduza suas despesas nas transações pagas com cartões de crédito.

A Square diz que ganha dinheiro transferindo dinheiro de modo mais eficiente, ao eliminar intermediários e lidar com uma unidade do JPMorgan Chase para cuidar da compensação de todas as suas transações de débito e crédito, o que ajuda a reduzir custos.

Dorsey explicou que, por ser uma empresa jovem, a Square tem a vantagem de usar tecnologias mais novas a fim de melhorar o processamento de transações e economizar dinheiro. Aumentar o número de transações processadas em milhões, por conta da parceria com a Starbucks, aumentaria a eficiência e reduziria ainda mais o custo.

"Boa parte do setor opera com software que remonta aos anos 70", disse Dorsey. "São sistemas reescritos, alterados e auditados, e isso nos permite mais agilidade e uma redução no custo geral do sistema".

Tradução de PAULO MIGLIACCI

(Fonte: BRIAN X. CHEN DO "NEW YORK TIMES" ) - 14/08/2012
ThinkPad 2, tablet da Lenovo com Windows 8, chega em outubro

Em outubro, quando for lançado, o Microsoft Surface não estará sozinho.

A Lenovo anunciou nesta quinta (9) o tablet de 10,1 polegadas ThinkPad 2, que estará disponível no mesmo mês da chegada de seu concorrente direto e do sistema que usa --o Windows 8.

Não foi divulgado o preço a que será vendido o aparelho, que sucede o ThinkPad --de sistema Android.

O ThinkPad 2 é dotado de processador Intel Atom (arquitetura x86), o que significa que o tablet suportará todos os programas que hoje são usados no Windows.

A Microsoft também está desenvolvendo uma versão do novo sistema para a arquitetura ARM, presente na maior parte dos tablets à venda hoje.

"Os consumidores desejam um dispositivo versátil e que corresponda aos diversos modos que usam tecnologia", disse Dilip Bhatia, diretor da linha ThinkPad, em comunicado à imprensa.

MAIS LEVE QUE O IPAD

As 10 polegadas de tela do ThinkPad 2 suportarão 1.366x768 pixels de resolução (ante 2.048x1.536 do iPad), terá câmeras frontal e traseira e saída HDMI.

O tablet será mais leve que o iPad (600 g ante 662 g) e será mais espesso (9,8 mm ante 9,4 mm).

Em relação ao Surface (versão Pro, com CPU da Intel), o ThinkPad 2 é mais leve --o tablet da Microsoft pesa 930 g-- e mais fino (o Surface tem 13,5 mm de espessura).

A resolução das telas do Surface e do ThinkPad 2 é a mesma.

(Fonte: COLABORAÇÃO PARA A FOLHA) - 14/08/2012
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.