Notícias na Santa Ifigênia

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Apple vende iPhone 4S desbloqueado no Brasil por até R$ 3.399

A Apple começou, nesta sexta-feira, a vender modelos desbloqueados do iPhone pela sua loja on-line do Brasil.

Os modelos iPhone 4S, iPhone 4 e iPhone 3GS estão à venda. A blogosfera e sites especializados especulavam o preço --alguns achavam que a Apple ia chegar ao país com preços

competitivos, outros acreditavam que a companhia ia vender os celulares por um preço mais alto. Mas ninguém esperava os preços estratosfericamente altos.

O iPhone 4S pode sair por até R$ 3.399, na versão de 64 Gbytes. O preço é quase mil reais mais caro que o tablet mais completo da empresa --o iPad 2 de 64 Gbtyes, com Wi-Fi e 3G, que

custa R$ 2.599. O computador portátil MacBook Air, de 11 polegadas, também na loja on-line da Apple, tem preço inicial de R$ 2.999.

Nos EUA, a mesma versão do iPhone 4S que sai por R$ 3,4 mil no Brasil é vendida na loja da Apple por US$ 850 (cerca de R$ 1,6 mil).

A geração anterior do smartphone, o iPhone 4, está disponível apenas no modelo com 8 Gbytes, pelo preço de R$ 1.800, mesmo valor do modelo de 16 Gbytes pré-pago oferecido pelas

operadoras de celular na época de lançamento do aparelho em setembro de 2010. O iPhone 3GS, aparelho lançado há dois anos, de 8 Gbytes, pode ser comprado por R$ 1.200.

OPERADORAS

Os preços da Apple também são bem mais caros do que os das operadoras do país, que também começaram a vender o iPhone 4S.

As vendas do smartphone tiveram início à 0h desta sexta-feira, com festa e fila nas lojas das operadoras. Na loja da TIM do shopping Eldorado, zona oeste de São Paulo, pouco antes da 0h

cerca de 400 pessoas aguardavam o início das vendas. As operadoras Claro, Oi e Vivo fizeram o evento de lançamento no shopping Morumbi, zona sul paulistana.

Tablet mais barato do mundo, de US$ 47, tem 1,4 milhão de pedidos

A Datawind, empresa indiana que fabrica o tablet mais barato do mundo (US$ 47), recebeu 1,4 milhão de pedidos de reserva após duas semanas de comercialização, informou nesta terça-

feira o jornal "Economic Times".

O pai da iniciativa, Suneet Singh Tuli, se mostrou surpreso pelo êxito do tablet Aakash (céu, em sânscrito) e afirmou que serão abertas três fábricas a mais para suprir todos os pedidos que

sua companhia recebeu.

A empresa, que já esgotou as primeiras 300 mil unidades, tem atualmente apenas uma fábrica em Hyderabad (sul da Índia), mas prevê construir mais uma na mesma cidade e outras duas

nas localidades de Noida (norte) e Cochín (sul).

"Nunca esperamos uma resposta assim dos compradores. Planejamos fornecer entre 70 mil e 75 mil unidades ao dia quando as novas fábricas começarem a funcionar, em abril", disse Tuli,

no Panamá, onde está assessorando o governo local sobre tecnologias de baixo custo.

"Há duas semanas recebemos uma ligação da equipe de emergências informáticas da Índia por um suposto ataque cibernético. Tivemos que esclarecer que simplesmente tínhamos

disponibilizado o tablet para venda através de nosso site", afirmou o empresário.

O Aakash, que funciona com sistema operacional Android 2.2, conta com tela de sete polegadas e peso de 350 gramas. O aparelho pode ser usado como livro eletrônico e dispõe de Wi-Fi,

processador de 366 Mhz, duas portas USB e 256 Mbytes de memória RAM.

A Datawind planeja oferecer em meados deste mês uma nova versão do Aakash por 2.999 rúpias (US$ 56), com o dobro de velocidade, processador de 700 Mhz e acesso à internet por

conexão 2G.

(Fonte: DA EFE ) - 21/02/2012
Emergentes serão maioria em comércio virtual até 2015

Os principais mercados atuais para o comércio eletrônico mundial - Estados Unidos e países da Europa Ocidental - devem perder espaço para economias emergentes até 2015.

A conclusão é do levantamento da consultoria Forrester Research, apresentado essa semana no evento do varejo americano, em Nova York.

Hoje essaa nações representam mais de 50% das vendas virtuais de R$ 805,5 bilhões (US$ 450 bilhões, mas vão perder espaço para transações feitas na China, Brasil, México, Índia e

também em economias como Japão e Coreia do Sul.

"A mudança significativa no perfil das vendas on-line no mundo está relacionada principalmente ao avanço da internet nesses países entre os consumidores e às novas formas de interação,

como o comércio social", disse Zia Wigder, diretora de pesquisas da Forrester Research.

O comércio eletrônico brasileiro cresceu 21% em 2011 e chegou a R$ 21,5 bilhões. O volume representou 2,2% das vendas on-line mundiais.

A expectativa é que a participação brasileira passe para cerca de 3% do comércio eletrônico mundial - ou R$ 39,3 bilhões de R$ 1,25 trilhão - nos próximos três anos, segundo a consultoria.

Apesar de o número parecer pouco expressivo, principalmente ante os 22% que devem ser conquistados pela China no mesmo período - com R$ 285,3 bilhões -, o Brasil é considerado um

dos países com maior potencial para as vendas on-line.

Isso porque registrará expansão do alcance do número de consumidores na internet, diversificação dos produtos comercializados e a chegada de grupos internacionais, que impulsionarão o

setor.

Hoje são cerca de 30 milhões de brasileiros que compram pela internet entre 91 milhões de usuários da rede.

BRASIL E CHINA

Brasil e China foram apontados durantes do evento como os principais mercados on-line a serem explorados, embora tenham perfis e maturidade diferentes para as vendas virtuais.

Enquanto na China o comércio virtual é extremamente pulverizado com os 20 maiores varejistas representando apenas 8,4% das vendas na internet, no Brasil essa mesma quantidade de

empresas tem 70% de participação, puxadas pela B2W, que controla Submarino e Americanas.com.

Outra diferença significativa é o tipo de produto consumido.

"Os chineses já têm cultura de compra de praticamente de tudo na internet, de roupas a eletrônicos. A próxima fronteira prevê a chegada de marcas internacionais e de luxo para a venda

virtual", diz Angela Kapp, consultora especializada em vendas no mercado chinês e vice-presidente do clube on-line de vendas de luxo Hui She Shang.

Já no Brasil, eletrônicos e livros estão entre os campeões de vendas e a etapa atual é o amadurecimento de outras categorias.

"Gradualmente vemos a evolução de outros tipos de produto sendo explorados pelas vendas on-line brasileiras e também os sites de nicho ganhando espaço", diz Gastão Mattos, presidente

da Braspag, de sistemas de pagamento e serviços financeiros pertencente à Cielo.

As vendas on-line na China estão concentradas em quatro cidades principais, de acordo com Kapp --Pequim, Xangai, Guandong e Jiangsu, enquanto no Brasil os internautas crescem

praticamente em todas as regiões do país.

INVESTIMENTO

Para os estrangeiros que querem investir em comércio eletrônico nos dois países, os desafios também são bem diferentes.

"Hoje, a principal questão para as empresas internacionais que querem operar comercialmente na China, entre elas a de comércio eletrônico, é lidar com questões relativas a proteção de

propriedade intelectual, ainda com pontos muito frágeis no país", afirma a executiva.

"Entender a cultura de controle da internet no país também é desafiador", diz.

De acordo com Mattos, no Brasil um dos desafios é combater as fraudes com cartões de crédito nas vendas on-line. Hoje 1% das transações envolvendo o meio de pagamento são

fraudulentas. Outra questão a ser superada tanto pelas novas empresas de comércio eletrônico no país quanto por aquelas que já existem é o gargalo na distribuição logística.

Hoje existem apenas seis empresas privadas especializadas em transporte de cargas vendidas pela internet - além dos Correios, principal distribuidor no país com 33% de participação.

"Haverá um gargalo expressivo nos próximos anos com o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Essas empresas não suportarão o aumento de 25% de cargas a serem transportadas

no país", diz Mattos.

O evento da Federação Nacional do Varejo dos EUA em Nova York reuniu cerca de 24 mil pessoas. A delegação brasileira foi a maior entre os participantes internacionais, com 4.300

pessoas.

A jornalista CAMILA FUSCO viajou a convite da SAP Brasil

Com lançamento do Kinect para computador, Microsoft mira desenvolvedores

Na semana passada, chegou às lojas de 12 países o Kinect para Windows, uma versão para PCs do sensor de movimentos que se popularizou entre usuários do Xbox, o videogame da

Microsoft.



A intenção da empresa é explorar as possibilidades do sensor de movimentos para além dos games. Por isso, diferentemente da versão para Xbox, esse Kinect, ainda sem previsão de

lançamento no Brasil, mira aqueles que desenvolvem programas -e não o usuário final.



Mesmo custando mais caro (sai por US$ 249), ele não funcionará assim que sair da caixa, como a versão disponível para Xbox.



A Microsoft espera que os desenvolvedores encontrem novos usos para o conceito de interface natural, no qual o corpo comanda a máquina, sem intermediários.



"Assim como o Kinect revolucionou o entretenimento, veremos ele revolucionar outras indústrias: educação, saúde e muito mais", alardeou Steve Ballmer, executivo-chefe da empresa, em

janeiro, nos EUA, durante a CES, uma das maiores feiras de eletrônicos do mundo.



Muitos desses novos usos para o sensor surgiram fora da Microsoft: desenvolvedores se anteciparam à empresa e começaram a modificar o software do Kinect para Xbox, adaptando-o ao

PC.



Técnicos e empresas nos EUA e na Europa encontraram uso para o Kinect na medicina, na robótica e até no comércio de roupas, como mostra o infográfico ao lado.



Inicialmente, a Microsoft ameaçou processar esses usuários, mas percebeu que poderia explorar a ideia.



Decidiu então fazer e comercializar sua versão do aparelho para Windows e distribuir de graça, em seu site, as ferramentas para a criação dos programas para Kinect.



O lucro viria do hardware, não mais do software. O que motiva a estratégia é o sucesso de vendas do Kinect para para Xbox: 18 milhões de unidades em um ano.



A Microsoft estuda usar o Kinect em outros aparelhos. Segundo o jornal americano "The Daily", há protótipos de notebooks que têm o aparelho embutido acima da tela, no lugar da webcam

comum. A Microsoft confirmou a informação, sem dar detalhes.



TAMBÉM NAS TVS



Ainda segundo o "Daily", a companhia planeja licenciar a tecnologia do Kinect para fabricantes de TV, o que segue a tendência de televisores controlados por voz.



O Kinect para Xbox já atende a comandos dessa forma, e a Samsung mostrou na CES TVs com tecnologia similar.



O aparelho da Microsoft foi recentemente alvo de críticas de um concorrente.



Ao site "PC Pro" a SoftKinect, empresa que tem um produto parecido com o Kinect, definiu o sensor rival como "tecnologia velha".



Segundo ela, o Kinect falha em distâncias menores que 50 cm. A Microsoft diz ter alterado o Kinect para Windows para que ele funcione bem em distâncias menores.



GLOSSÁRIO



INTERFACE NATURAL
O termo parte da ideia de que a interface de um computador é invisível ao usuário, ou torna-se invisível com uso repetido. Assim, interfaces naturais dispensam acessórios que necessitam

aprendizado (como mouse e teclado) para que funcionem.



KINECT
Acessório para Xbox que permite jogar com gestos e voz, sem usar um controle tradicional. É considerado pelo "Guinness" o eletrônico com maior volume de vendas em curto espaço de

tempo -foram 18 milhões de unidades em um ano.



XBOX
Console da Microsoft bastante popular. Até janeiro deste ano, foram vendidos 65,8 milhões de unidades em todo o mundo.


Google Music tem armazenamento gratuito como trunfo

Após oito anos de existência da iTunes Store, loja virtual da Apple para venda de músicas, o Google decidiu enfrentar o desafio de vender música on-line. E anunciou na última semana a

abertura do Google Music, ferramenta para compra e armazenamento de músicas na nuvem.

O serviço está disponível apenas nos EUA, e não há previsão de lançamento no Brasil. Por aqui, só é possível usá-lo alterando o IP do computador --há programas na internet que fazem

isso, como o OpenVPN
.

O Google Music funciona como uma página simples no navegador e tem integração fácil com aparelhos com Android. A venda de músicas é feita pelo Android Market.

Apesar da presença de três grandes gravadoras (EMI, Sony e Universal) e de 23 selos independentes, a discoteca de vendas do Google ficou sem a gigante Warner.

Nos números, a diferença é sensível: enquanto a iTunes Store oferece 20 milhões de músicas para venda, o Google Music tem 13 milhões. O preço das canções varia de US$ 0,69 a US$

1,29. Na iTunes Store, começa em US$ 0,59 e chega a US$ 1,39.

Porém, para os brasileiros, comprar músicas no Google Music é uma tarefa árdua. É preciso ter um cartão de crédito expedido nos EUA.

Por isso, a ferramenta mais interessante do serviço no país é a gratuidade da nuvem do gigante das buscas.

Sem cobrar, o Google abriu espaço para todos os usuários colocarem até 20 mil faixas de sua própria coleção nos servidores da empresa. Assim, é possível acessá-las de qualquer

computador com conexão à internet.

Mas colocar as músicas na nuvem requer uma boa conexão com a internet: se o número de faixas for alto e a taxa de upload for baixa, o processo pode demorar dias.

Em contrapartida, a Apple oferece o iTunes Match: por US$ 25 anuais, o usuário pode sincronizar sua discoteca particular com a vasta oferta da iTunes Store. Aqui, só as músicas não

encontradas na loja necessitam de upload, diminuindo o tempo de espera.

INDIE

Por US$ 25, bandas independentes têm a oportunidade de colocar suas músicas à venda no Google Music. A solução vem por meio do Artist Hub, espécie de Myspace do serviço, com página

dedicada à banda. Cada música vendida rende 30% de seu valor ao Google.

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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.