O Google modificou seu algorÃtmo de buscas para oferecer como resultados informações mais recentes, uma mudança que afetará cerca de 35% das buscas.
O Google garante que esta melhora do algoritmo foi criada para que o buscador "entenda" melhor quando é preciso oferecer resultados com conteúdos mais recentes.
"Dado o ritmo incrivelmente rápido com o qual se movimenta a informação hoje em dia (...), o algoritmo precisa ser capaz de entender se o resultado de busca sobre um programa de
televisão de uma semana atrás é recente ou se o resultado sobre uma notÃcia publicada há uma semana é muito velho", informou a companhia.
Há duas semanas, publiquei no caderno "Tec"
target="_blank"> um roteiro para quem deseja usar o telefone celular como um roteador e, por meio dele, conectar um notebook ou um tablet à internet.
Em resposta à quela coluna, vários leitores escreveram pedindo orientações especÃficas sobre como fazer essa adaptação em seus modelos.
Atendendo aos pedidos, o "Atalho" traz, no infográfico abaixo, um passo a passo para fazer a operação em aparelhos de cinco fabricantes: Apple, HTC, Motorola, Nokia e Samsung.
Para transformar o celular em um roteador, é recomendável ter um smartphone com plano de dados 3G.
Tablets e notebooks que possuem conexão Wi-Fi permitem acessar a internet por meio de um roteador caseiro ou de um hotspot público.
Quem precisa estar conectado à internet a qualquer momento normalmente opta por um tablet já com o recurso 3G, mais caro, ou compra um minimodem 3G de uma operadora e o espeta
numa entrada do notebook.
O uso do smartphone com plano de dados como roteador permite evitar essas despesas extras.
Mas, antes de adotar o celular como roteador, verifique com sua operadora a configuração de seu plano de dados 3G. Assim, você não terá uma surpresa quando receber a conta mensal.
Se seu plano for ilimitado, não há problemas. Você pode navegar na web no notebook ou no tablet, via smartphone, sem riscos.
Nas operadoras de São Paulo, os planos que têm limite mensal de uso variam de 10 Mbytes a 2 Gbytes e custam de R$ 9,90 a R$ 99,90.
Para os usuários que ultrapassam o limite, as operadoras adotam duas polÃticas: ou cobram do usuário por Mbyte excedido ou reduzem a velocidade da conexão.
A Zynga, criadora do jogo FarmVille, gerou ao Facebook uma receita de US$ 445,2 milhões no ano passado. O número representa cerca de 12% do faturamento total da rede social em 2011.
As cifras foram apresentadas na quarta-feira no registro oficial da oferta inicial de ações do Facebook e mostram que a rede social também obtém um significante benefÃcio da parceria.
A dependência da desenvolvedora de games sociais com o Facebook foi um dos principais alvos de questionamentos dos investidores na abertura de capital da Zynga, no final do ano
passado.
Praticamente toda a receita da empresa, de US$ 828 milhões nos noves primeiros meses de 2011, advém da parceria com a rede social. Já o Facebook retém uma comissão de 30% nas
compras de bens virtuais feitas para os jogos. A parceria entre as duas empresas dura até 2015.
Como o Facebook é a sua maior fonte de receitas, a Zynga investe ainda em publicidade na rede social. A cifra de anúncios está incluÃda na conta dos US$ 445,2 milhões.
O sucesso de acordos semelhantes ao da Zynga abre caminho para uma nova frente de ganhos e reduz a dependência da rede social com anúncios. Em 2011, a publicidade representou 85%
da receita total da companhia, de US$ 3,7 bilhões.
O percentual mostra avanço nessa relação com anunciantes. Em 2009, a cifra representava 98% do faturamento.
RENTABILIDADE
A possibilidade de usar inúmeros dados dos usuários como forma de atrair anúncios de marcas e empresas é uma das principais razões que explicam as altas cifras envolvidas na oferta da
companhia.
Com cerca de 845 milhões de usuários, o Facebook pretende levantar US$ 5 bilhões com a abertura de seu capital em Bolsa e pode ser avaliado em até US$ 100 bilhões.
O nÃvel de interação dos usuários na rede social pode ser medido pelo número de comentários e cliques no botão "curtir", que somados chegaram a quase 3 bilhões por dia. São cerca de
250 milhões de fotos postadas por dia.
A chinesa Lenovo espera ultrapassar a Dell e se tornar a segunda maior fabricante de computadores pessoais do mundo no fim do ano, afirmou o presidente do Conselho da companhia, Liu
Chuanzhi, nesta sexta-feira (9).
A terceira maior marca de PCs do mundo têm registrado fortes vendas China e em outros mercados emergentes.
A Lenovo, que apurou lucros maiores que as previsões de analistas no mês passado, é a marca mais conhecida de PCs da China. Ela está tentando conquistar maior participação no setor de
PCs, cujo crescimento têm sido afetado por smartphones e tablets mas que é seu principal negócio.
"Com nosso próprio crescimento rápido, combinado à execução bem-sucedida de nossa joint-venture com a NEC no Japão e nossa aquisição da Medion, na Alemanha, esperamos ser a
número 2 no mercado global de PCs neste ano", disse o presidente-executivo da Lenovo Yuanqing Yang em comunicado.
"Mesmo investindo em novas áreas como tablets e aparelhos com Internet móvel, vemos grandes oportunidades no segmento de PCs ao redor do mundo".
Os comentários de Yang ocorrem em um momento no qual a HP busca separar sua unidade de PCs do restante da empresa conforme reestrutura suas operações e a Dell é afetada pela
desaceleração dos gastos do setor público.
A Lenovo, que viu seu market share subir de 9,9% no primeiro trimestre do ano para 12,2% de abril a junho, disse que está aberta para novas aquisições globais após a compra da Medion
AG na Alemanha, em junho.
O tablet da Amazon vai custar US$ 250, metade do preço da versão mais simples do iPad (US$ 500, nos EUA), de acordo com MG Siegler, do site de tecnologia TechCrunch.
Segundo Siegler, que passou uma hora com o dispositivo, mas não pôde fotografá-lo, o aparelho terá tela colorida de LCD de sete polegadas e rodará Android.
A Amazon modificou o visual do Android a ponto de torná-lo irreconhecÃvel, de acordo com o TechCrunch.
Aplicativos poderão ser instalados somente por meio da loja virtual Amazon Appstore --não será possÃvel acessar o Android Market, do Google, segundo Siegler.
O jornalista afirma que a empresa tinha planos de comercializar também uma versão com dez polegadas, mais cara, mas optou por lançar inicialmente apenas a versão menor.
A decisão de lançar a edição de dez polegadas dependerá do eventual sucesso do primeiro tablet, segundo MG Siegler.











